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Camapu

11 mai 2016

canapuUma substância encontrada em uma planta comum na região do Cerradinho poderá ser usada em fitoterápicos para o combate de doenças neurodegenerativas como o mal de Alzheimer

O camapu, uma planta amazônica encontrada no interior do Pará e também na periferia de Belém, é conhecido tradicionalmente por sua atividade anti-inflamatória e antiprotozoária.

Pesquisadores da Universidade Federal do Pará descobriram que uma substância encontrada no talo da planta estimula a produção de novos neurônios no hipocampo, área do cérebro ligada à memória.

Com a produção de novos neurônios, a hipótese é que novas sinapses – conexões entre as células do cérebro – sejam criadas, revertendo quadros de perda de memória recente, comum em pacientes com Alzheimer.

Os pesquisadores também acreditam que o medicamento à base de camapu possa ser usado para uma possível reversão de morte neuronal que ocorre em pacientes com quadros de depressão, já que a substância induz o nascimento de novos neurônios.

“A notícia é muito boa, principalmente pelo fato de esta substância estimular o crescimento neuronal na área do hipocampo. A gente está falando da criação de novos neurônios, algo que algum tempo atrás não se falava”, diz Milton Nascimento dos Santos, do Grupo de Pesquisas Bioprospecção de Moléculas Ativas da Flora Amazônicada da Universidade Federal do Pará.

Testes

As propriedades neurogênicas da planta de camapu já foram testadas em laboratório e em ratos, agora os pesquisadores buscam fazer testes clínicos e também analisar a viabilidade da produção da substância em larga escala.

Como a substância é muito complexa e difícil de ser sintetizada em laboratório, Silva quer testar se ela está presente em toda a planta e se é produzida o ano inteiro, ou em um período longo.

“A substância pode ser uma maravilha, mas se só é produzida pela planta uma vez por ano, a produção de fitoterápicos ficaria inviável”, diz Silva.

Esta segunda fase da pesquisa contará com o apoio financeiro de uma farmacêutica internacional. “Não posso falar o nome da empresa porque o contrato ainda está sendo fechado”, despista.


Camapu

canapu

 

Une substance trouvée dans une plante commune dans la région Cerradinho peut être utilisé dans les médicaments à base de plantes pour lutter contre les maladies neurodégénératives telles que la maladie d’Alzheimer

La cerise de terre, une plante amazonienne trouvé à l’intérieur du Pará et également à la périphérie de Bethléem, est traditionnellement connue pour ses propriétés anti-inflammatoires et anti-protozoaire.

Des chercheurs de l’Université fédérale de Pará ont découvert qu’une substance trouvée dans la tige de la plante stimule la production de nouveaux neurones dans l’hippocampe, la zone du cerveau liée à la mémoire.

Maintenant, l’équipe de recherche étudie la faisabilité de la production de médicaments à base de plantes et se rapproche d’un accord avec une société pharmaceutique internationale.
Avec la production de nouveaux neurones, l’hypothèse est que les nouvelles synapses – les connexions entre les cellules du cerveau – sont créés, inverser la perte des trames de mémoire récente, fréquente chez les patients atteints de la maladie d’Alzheimer.

Les chercheurs croient également que le médicament de base de cerise de terre peut être utilisée pour une reprise éventuelle de la mort neuronale qui se produit chez les patients présentant des symptômes de dépression, car la substance induit la naissance de nouveaux neurones.

« Les nouvelles sont très bonnes, surtout parce que cette substance pour stimuler la croissance neuronale dans la région de l’hippocampe. Nous parlons de la création de nouveaux neurones, quelque chose qui il y a quelque temps, il était question « , dit Milton Nascimento dos Santos, la bioprospection Research Group active Molécules Flora Amazônicada l’Université fédérale de Pará.

essais

Les propriétés neurogène de la plante de cerises de terre ont été testés en laboratoire et chez les souris, les chercheurs cherchent maintenant à des essais cliniques et également examiner la faisabilité de la production de la substance sur une grande échelle.

Comme la substance est très complexe et difficile à synthétiser en laboratoire, Silva veut tester si elle est présente dans toute la plante et est produit toute l’année, ou une période plus longue.

 

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